Ficha técnica
Miras Jovem Pinot Salvaje
General Roca, Río Negro, Patagônia · Argentina
Vinho Branco
Especificações
- Categoria
- Brancos
- Uva
- Pinot Noir e Sauvignon Blanc
- Volume
- 750 ml
- Origem
- General Roca, Río Negro, Patagônia · Argentina
- Produtor
- Miras
Detalhes do rótulo
- Terroir
- Produzido no Valle Azul, em General Roca, Río Negro, região da Patagônia Argentina marcada pelo clima seco e pela forte amplitude térmica. Essas condições favorecem uma maturação gradual das uvas, preservando acidez, frescor e expressão aromática.
- Colheita
- Manual em caixas de 20kg.
- Vinificação
- Um vinho branco de estilo original, elaborado por cofermentação de Pinot Noir e Sauvignon Blanc. As duas variedades são prensadas diretamente e juntas, seguindo para fermentação tradicional com leveduras naturais, em temperatura inferior a 20 °C.
- Maturação
- Não realiza fermentação malolática nem passagem por carvalho, preservando a pureza da fruta e o frescor. É clarificado com bentonita e não filtrado, mantendo maior integridade e expressão natural.
- Cor
- Amarelo-pálido, de aspecto delicado, podendo apresentar leve turbidez natural decorrente da ausência de filtração.
- Aroma
- Fresco e expressivo, combinando notas cítricas e de frutas brancas com nuances florais e delicados toques herbáceos.
- Paladar
- Seco, leve e muito refrescante, com acidez vibrante e excelente tensão. A fruta aparece de maneira delicada, acompanhada por textura fluida e final persistente.
- Temperatura de Serviço
- 8ºC. a 10ºC.
- Harmonização
- Excelente como aperitivo e para acompanhar ostras, mariscos, ceviches, sushi, sashimi, peixes, frutos do mar, saladas, queijos frescos e preparações leves.
- Notas do Enólogo
- Vinho feito e engarrafado sem filtragem, a fim de preservar todas as suas qualidades. Pode apresentar anidrido carbônico, sugerimos decantar o vinho para obter sua melhor expressão.
Notas do sommelier
Um branco patagônico original e de personalidade, elaborado pela cofermentação de Pinot Noir e Sauvignon Blanc. Proveniente de vinhedos de Río Negro plantados em 1995, combina baixo teor alcoólico, acidez vibrante e grande frescor. Sem passagem por madeira e não filtrado, preserva a expressão natural da fruta e traduz uma interpretação autêntica e contemporânea da viticultura patagônica.