Nem todo espumante é Champagne. Descubra como cada tipo é produzido, o sabor de cada um e quando vale a pena escolher cada estilo.
Toda taça de borbulhas parece igual à primeira vista, mas por trás delas existem métodos, origens e sabores bem diferentes. Entender essas diferenças ajuda você a escolher a garrafa certa — e a impressionar na próxima celebração.
O nome Champagne só pode ser usado por espumantes produzidos na região homônima da França, pelo tradicional méthode champenoise — em que a segunda fermentação acontece dentro da própria garrafa. O resultado são borbulhas finas e persistentes, com complexidade aromática e notas que lembram pão tostado e frutas secas.
O Prosecco vem da Itália e é feito pelo método Charmat, em que a segunda fermentação ocorre em grandes tanques de aço. É mais leve, frutado e floral, com um toque adocicado — perfeito para o dia a dia, drinks (olá, Aperol Spritz!) e quem prefere algo mais fácil de beber.
O Brasil produz espumantes excelentes, muitos deles premiados internacionalmente. Feitos tanto pelo método tradicional quanto pelo Charmat, oferecem ótimo custo-benefício e frescor — uma grata surpresa para quem ainda não experimentou.
Essa classificação indica a quantidade de açúcar:
Para um brinde memorável e sofisticado, o Champagne é imbatível. Para descontrair, receber amigos ou preparar drinks, o Prosecco e os espumantes nacionais cumprem o papel com charme e bom preço.
Seja qual for a ocasião, temos a borbulha ideal para você. Descubra nossa seleção de espumantes e Champagnes.